meistudies, 2º Congresso Ibero-americano sobre Ecologia dos Meios - Mulher e Gênero no Ecossistema Midiático

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O feminicídio de mulheres negras na mídia: estudo da cobertura da Folha de S. Paulo e Think Olga
Andresa Caroline Lopes de Oliveira, Juarez Tadeu de Paula Xavier

Última alteração: 2020-03-30

Resumo Expandido (Entre 450 e 700 palavras)

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O Brasil registra altos índices de feminicídio. Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, em 2019, os casos de feminicídio aumentaram em 76% comparado a 2018. Dados do Mapa da Violência, do IPEA expõe que de todas as mulheres assassinadas no país, 66% são negras, o que reforça a desigualdade racial.

O país vive um momento de propagação de discursos com vieses machistas, homofóbicos e racistas. Os reflexos estão no aumento da violência contra os grupos que são alvos desses discursos. Por meio de um estudo comparativo entre as reportagens sobre feminicídio de mulheres negras publicadas pela Folha de S. Paulo e pelo coletivo de mídia independente Think Olga e da análise de dados do Mapa da Violência, a pesquisa busca compreender de que forma os veículos aprofundam a discussão sobre o tema.


Palavras-chave


feminicídio, feminismo, cobertura jornalística, mídia radical

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